apt.conf

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Langue: pt

Version: 16 Janeiro 2010 (ubuntu - 25/10/10)

Section: 5 (Format de fichier)

NAME

apt.conf - Ficheiro de configuração para o APT

DESCRIçãO

apt.conf é o ficheiro de configuração principal para a suite de ferramentas do APT, as não é o único lugar onde se podem fazer alterações às opções. Então todas as ferramentas partilham os ficheiros de configuração e também usam um analisador de linha de comandos comum para disponibilizar um ambiente uniforme.

Quando a ferramenta APT arranca irá ler os ficheiros de configuração pela seguinte ordem:

1. o ficheiro especificado pela variável de ambiente APT_CONFIG (se existir)
2. todos os ficheiros em Dir::Etc::Parts em ordem ascendente alfanumérica sem extensão ou com "conf" como extensão do nome de ficheiro e que apenas contêm caracteres alfanuméricos, traço (-), underscore (_) e ponto (.) - caso contrário serão ignorados em silêncio.
3. o ficheiro de configuração principal especificado por Dir::Etc::main
4. as opções de linha de comandos são aplicadas para sobrepor as directivas de configuração ou para carregar mais ficheiros de configuração.

SINTAXE

O ficheiro de configuração é organizado numa árvore com as opções organizadas em grupos de funcionamento. A especificação das opções é dada com um sinal de dois pontos duplo , por exemplo APT::Get::Assume-Yes é uma opção dentro do grupo de ferramentas do APT, para a ferramenta Get. A opções não herdam dos seus grupos parentes.

Sintacticamente a linguagem de configuração é modelada após o que as ferramentas ISC usam, como o bind e o dhcp. As linhas que começam com // são tratadas como comentários (ignoradas), assim como todo o texto entre /* e */, tal como os comentários de C/C++. Cada linha é do formato APT::Get::Assume-Yes "true";. O ponto e vírgula à direita e as aspas são necessárias. O valor deve estar numa linha, e não há nenhum tipo de concatenação de string. Não pode incluir aspas interiores. O comportamento da backslash "\" e caracteres de escape dentro de um valor é indefinido e não deve ser usado. Um nome de opção pode incluir caracteres alfanuméricos e os caracteres "/-:._+". Um novo scope pode ser aberto com chavetas, como:

    
 APT {
   Get {
     Assume-Yes "true";
     Fix-Broken "true";
   };
 };
 

com novas linhas colocadas para o tornar mais legível. As listas podem ser criadas ao abrir um scope e incluindo uma string única entre aspas seguida por um ponto e vírgula. Podem ser incluídas múltiplas entradas, cada uma separada por um ponto e vírgula (;).

    
 DPkg::Pre-Install-Pkgs {"/usr/sbin/dpkg-preconfigure --apt";};
 

Em geral o exemplo de ficheiro de configuração em /usr/share/doc/apt/examples/apt.conf /usr/share/doc/apt/examples/configure-index.gz é um bom guia de como deve ficar.

Os nomes dos items de configuração não são sensíveis a maiúsculas/minúsculas. Portanto no exemplo prévio você poderia usar dpkg::pre-install-pkgs.

Os nomes dos items de configuração são opcionais se uma lista for definida com pode ser vista no exemplo DPkg::Pre-Install-Pkgs acima. Se você não especificar um nome, uma nova entrada irá simplesmente adicionar uma nova opção à lista. Se você especificar um nome, você pode sobrepor a opção como qualquer outra opção ao re-atribuir um novo valor à opção.

São permitidas duas especiais, #include (a qual está obsoleta e não é suportada por implementações alternativas) e #clear: #include irá incluir o ficheiro fornecido, a menos que o nome do ficheiro termine numa barra (/), então todo o directório é incluído. #clear é usado para apagar uma parte da árvore de configuração. O elemento especificado e os seus descendentes são apagados. (Note que estas linhas também precisam de acabar com um 'ponto e vírgula' (;) .)

O comando #clear é a única maneira de apagar uma lista ou um scope completo. Reabrindo um scope ou o ::-style descrito abaixo não irá sobrepor entradas escritas anteriormente. Apenas as opções podem ser sobrepostas ao atribuir um novo valor a elas - listas e scopes não podem ser sobrepostos, apenas limpos.

Todas as ferramentas do APT recebem uma opção -o que permite uma directiva de configuração arbitrária para ser especificada na linha de comandos. A sintaxe é um nome de opção completo (APT::Get::Assume-Yes por exemplo) seguido por um igual (=) e depois o valor da opção. Também pode ser acrescentadas listas ao adicionar um duplo dois-pontos (::) à direita para o nome da lista. (Como deve suspeitar: A sintaxe de scope não pode ser usada na linha de comandos.)

Note que você apenas pode usar :: para acrescentar um item por linha a uma lista e não o deve usar em combinação com a sintaxe scope. (A sintaxe scope implicitamente insere ::). Usar ambas as sintaxes juntamente irá disparar um bug que infelizmente alguns utilizadores nos transmitem: Uma opção com o nome não usual "::" a qual actua como qualquer outra opção com um nome. Isto introduz muitos problemas incluindo que, um utilizador que escreve múltiplas linhas nesta sintaxe errada na esperança de acrescentar a uma lista, irá ganhar o oposto porque apenas a última atribuição para esta opção "::" será a usada. Futuras versões do APT irá levantar erros e parar de funcionar se encontrarem esta má utilização, portanto por favor corrija tais declarações agora enquanto o APT não se queixa explicitamente acerca delas.

O GRUPO APT

Este grupo de opções controla o comportamento geral do APT assim como mantém as opções para todas as ferramentas.

Architecture

System Architecture; define a arquitectura a usar quando procura ficheiros e analisa listas de pacotes. A predefinição interna é a arquitectura para a qual o APT foi compilado.

Default-Release

Lançamento predefinido de onde instalar pacotes se existir mais de uma versão disponível. Contém o nome do lançamento, nome de código ou versão de lançamento. Exemplos: 'stable', 'testing', 'unstable', 'lenny', 'squeeze', '4.0', '5.0*'. Veja também apt_preferences(5).

Ignore-Hold

Ignore Held packages; Esta opção global faz com que ao resolver problemas, os pacotes segurados sejam ignorados na sua decisão de marcação.

Clean-Installed

A predefinição é ligada. Quando ligada, a funcionalidade autoclean irá remover quaisquer pacotes que já não possam ser descarregados a partir da cache. Se desligada, então os pacotes que estão instalados localmente são também excluídos da limpeza - mas note que o APT não disponibiliza um meio directo de os reinstalar.

Immediate-Configure

A predefinição é ligado o que irá fazer com que o APT instale pacotes essenciais e importantes o mais rápido possível na operação de instalar/actualizar. Isto é feito para limitar o efeito de uma chamada falhada do dpkg(1). Se esta opção for desactivada, o APT trata um pacote importante do mesmo modo que um pacote extra: Entre o desempacotamento do pacote importante A e a sua configuração podem acontecer muitas outras chamadas de desempacotamento e configuração, exemplo, para o pacote B que não tem nenhuma relação com A, mas causa uma falha na chamada ao dpkg (ex, porque o script do responsável do pacote B gera um erro) o qual resulta num estado do sistema em que o pacote A está desempacotado mas ainda não configurado - já não se garante o funcionamento de cada pacote que depende de A porque a sua dependência já não está satisfeita. O marcador de configuração imediata é também aplicado a todas as dependências que possam gerar um problema se as dependências, ex, formam um círculo como uma dependência com a marca de imediato a ser comparável com uma Pré-Dependência. Portanto, em teoria, é possível que o APT encontre uma situação na qual é incapaz de executar configuração imediata, entre em erro e refira esta opção para que o utilizador possa desactivar temporariamente a configuração imediata para ser capaz de executar uma instalação/actualização outra vez. Note o uso da palavra "teoria" aqui pois este problema foi poucas vezes encontrado até agora no mundo real em versões de distribuição não-estáveis e causados por dependências erradas do pacote em questão ou por um sistema já num estado corrompido, portanto você não deve desactivar esta opção às cegas porque, em primeiro lugar, o cenário mencionado acima não é o único problema que a configuração imediata pode ajudar a prevenir. Antes de uma grande operação como dist-upgrade ser corrida com esta opção desactivada, deve ser tentado primeiro fazer um install explicito ao pacote que o APT é incapaz de configurar imediatamente, mas por favor certifique-se de também relatar o seu problema à sua distribuição e à equipa do APT com o link de bug abaixo para que possam trabalhar na melhoria ou correcção do processo de actualização.

Force-LoopBreak

Nunca Active esta opção a menos que saiba -realmente- o que está a fazer. Permite ao APT remover temporariamente um pacote essencial para interromper um ciclo vicioso de Conflitos/Conflitos ou Conflitos/Pré-Dependência entre dois pacotes essenciais. TAL CICLO VICIOSO NÃO DEVERÁ NUNCA EXISTIR E É UM GRAVE BUG. Esta opção deverá funcionar se os pacotes essenciais não forem tar, gzip, libc, dpkg, bash ou qualquer coisa de que estes dependem.

Cache-Start, Cache-Grow e Cache-Limit

O APT usa desde a versão 0.7.26 um ficheiro de cache com mapa de memória de tamanho ajustável para armazenar a informação disponível. Cache-Start actua como uma dica para que tamanho a Cache irá crescer e é por isso a quantidade de memória que o APT irá requerer no arranque. O valor predefinido é 20971520 bytes (~20 MB). Note que esta quantidade de espaço precisa estar disponível para o APT caso contrário ele irá con certeza falhar, portanto para dispositivos com pouca memória este valor deve ser diminuído enquanto que em sistemas com muitas fontes configuradas este pode ser aumentado. Cache-Grow define em bytes com a predefinição de 1048576 (~1 MB) quanto o tamanho da Cache será aumentado no caso do espaço definido por Cache-Start não ser suficiente. Este valor será aplicado várias vezes até que a cache seja suficientemente grande para armazenar toda a informação ou que o tamanho da cache alcance o Cache-Limit. O valor predefinido de Cache-Limit é 0 o que significa nenhum limite. Se Cache-Grow for definido para 0, o crescimento automático da cache é desactivado.

Build-Essential

Define quais pacote(s) são considerados dependências essenciais de compilação.

Get

A subsecção Get controla a ferramenta apt-get(8), por favor veja a sua documentação para mais informação acerca das opções daqui.

Cache

A subsecção Cache controla a ferramenta apt-cache(8), por favor veja a sua documentação para mais informação acerca das opções daqui.

CDROM

A subsecção CDROM controla a ferramenta apt-cdrom(8), por favor veja a sua documentação para mais informação acerca das opções de aqui.

O GRUPO ACQUIRE

O grupo de opções Acquire controla a descarga de pacotes e os manipuladores de URI.

Check-Valid-Until

Opção relacionada com segurança com predefinição a 'verdadeiro' como uma validação expirada para um ficheiro Release previne ataques repetidos durante longo tempo e pode, por exemplo, ajudar os utilizadores a identificar mirrors que não são actualizados à muito tempo - mas a funcionalidade depende da precisão de hora no sistema do utilizador. Os responsáveis do arquivo são encorajados a criar ficheiros Release com o cabeçalho Valid-Until, mas se não o fizerem ou se preferir-se um valor mais rigoroso pode-se usar a opção Max-ValidTime seguinte.

Max-ValidTime

Segundos em que o ficheiro Release deve considerado válido após ser criado. A predefinição é "para sempre" (0) se o ficheiro Release do arquivo não conter um cabeçalho Valid-Until. Se o tiver então esta data é a predefinida. A data do ficheiro Release ou a data especificada pela hora de criação do do ficheiro Release (cabeçalho Date) mais os segundos especificados com esta opção são usados para verificar se a validação de um ficheiro já expirou ao usar uma data anterior às duas. Definições específicas do Arquivo podem ser feitas ao adicionar a etiqueta do arquivo ao nome da opção.

PDiffs

Tenta descarregar deltas chamados PDiffs para Pacotes ou ficheiros Fonte em vez de os descarregar por inteiro. Verdadeiro por predefinição.
Estão também disponíveis duas sub-opções para limitar o uso de PDiffs: Com FileLimit pode ser especificado quantos ficheiros PDiff são descarregados no máximo para aplicar um patch a um ficheiro. Por outro lado SizeLimit é a percentagem máxima do tamanho de todas as patches comparadas com o tamanho do ficheiro de destino. Se um destes limites for excedido, é descarregado o ficheiro completo em vez das patches.

Queue-Mode

Modo de fila; Queue-Mode pode ser um de host ou access que determina como o APT paraleliza ligações de saída. host significa que será aberta uma ligação por máquina destino, access significa que será aberta uma ligação por tipo de URI.

Retries

Número de tentativas a executar. Se isto for diferente de zero o APT irá tentar, no número fornecido de vezes, obter ficheiros falhados.

Source-Symlinks

Usa links simbólicos para arquivos fonte. Se definido para verdadeiro, então os arquivos fonte serão links simbólicos, quando possível, em vez de cópias. A predefinição é verdadeiro.

http

HTTP URIs; http::Proxy é o proxy http predefinido a usar. Está no formato standard de http://[[user][:pass]@]host[:port]/. Também pode ser especificados proxies por máquina ao usar o formato http::Proxy::<host> com a palavra chave especial DIRECT que significa não usar proxies. Se nenhuma das definições acima for especificada, será usada a variável de ambiente http_proxy.
São disponibilizadas três definições para controle de cache como caches de proxy compatíveis com HTTP/1.1. No-Cache diz ao proxy para não usar a sua resposta em cache sob nenhumas circunstâncias, Max-Age é enviado apenas para ficheiros de índice e diz à cache para refrescar o seu objecto se for mais antigo que o número de segundos fornecido. Debian actualiza os seus ficheiros índice diariamente, portanto a predefinição é 1 dia. No-Store especifica que a cache nunca deverá armazenar este requisito, é apenas definido para ficheiros de arquivo. Isto pode ser útil para prevenir a poluição de uma cache proxy com ficheiros .deb muito grandes. Nota: o Squid 2.0.2 não suporta nenhuma destas opções.
A opção timeout define o tempo limite usado por este método, isto aplica-se a todas as coisas incluindo tempos limite de ligação e tempos limite de dados.
É disponibilizada uma definição para controlar a profundidade do pipeline em casos onde o servidor remoto não é compatível com RFC ou é buggy (como o Squid 2.0.2). Acquire::http::Pipeline-Depth pode ser um valor de 0 a 5 que indica quantos requerimentos pendentes o APT deve enviar. TEM de ser especificado um valor de 0 se a máquina remota não hesitar propriamente em ligações TCP - de outro modo irá ocorrer corrupção de dados. As máquinas que requerem isto estão em violação de RFC 2068.
A largura de banda usada pode ser limitada com Acquire::http::Dl-Limit que aceita valores inteiros em kilobytes. O valor predefinido é 0 que desactiva o limite e tenta usar o máximo possível da largura de banda (Note que esta opção implícita desactiva a descarga de múltiplos servidores ao mesmo tempo.)
Acquire::http::User-Agent pode ser usado para definir um Utilizador-Agente diferente para o método de download por http, porque alguns proxies apenas permitem acesso a clientes se o cliente usar um identificador conhecido.

https

HTTPS URIs. as opções Cache-control, Timeout, AllowRedirect, Dl-Limit e proxy são as mesmas para o método http e irá também usar as opções predefinidas do método http se não forem explicitamente definidas para https. A opção Pipeline-Depth ainda não é suportada.
A sub-opção CaInfo especifica o lugar do ficheiro que contém informação acerca de certificados de confiança. <host>::CaInfo é a opção por máquina correspondente. A sub-opção booleana Verify-Peer determina se o certificado da máquina servidora é um certificado de confiança ou não. <host>::Verify-Peer é a opção por máquina correspondente. A sub-opção Verify-Host determina se o nome da máquina servidora é verificado ou não. <host>::Verify-Host é a opção por máquina correspondente. SslCert determina qual certificado a usar para autenticação de clientes <host>::SslCert é a opção por máquina correspondente. SslKey determina qual chave privada a usar para autenticação de clientes. <host>::SslKey é a opção por máquina correspondente. SslForceVersion sobrepõe a versão SSL predefinida a usar. Pode conter strings 'TLSv1' ou 'SSLv3'. <host>::SslForceVersion é a opção po máquina correspondente.

ftp

URIs FTP; ftp::Proxy é o proxy ftp predefinido a usar. Está no formato standard de ftp://[[user][:pass]@]host[:port]/. Os proxies por máquina podem também ser especificados ao usar o formato ftp::Proxy::<host> com a palavra chave especial DIRECT que significa não usar nenhum proxy. Se nenhuma das definições acima for especificada, será usada a variável de ambiente ftp_proxy. Para usar um proxy ftp você tem que definir o script ftp::ProxyLogin no ficheiro de configuração. Esta entrada especifica os comandos a enviar para dizer ao servidor proxy ao que se ligar. Por favor veja /usr/share/doc/apt/examples/configure-index.gz para um exemplo de como fazer isto. As variáveis de substituição disponíveis são $(PROXY_USER) $(PROXY_PASS) $(SITE_USER) $(SITE_PASS) $(SITE) e $(SITE_PORT). Cada uma é tirada do seu componente URI respectivo.
A opção timeout define o tempo limite usado por este método, isto aplica-se a todas as coisas incluindo tempos limite de ligação e tempos limite de dados.
São disponibilizadas várias definições para controlar o modo passivo. Geralmente é seguro deixar o modo passivo ligado, funciona em quase todos ambientes. No entanto algumas situações requerem que o modo passivo seja desactivado e em vez disso usar o modo port ftp. Isto pode ser feito globalmente, para ligações que passam por um proxy ou para uma máquina específica (Veja a amostra de ficheiro de configuração para exemplos).
É possível usar proxy FTP sobre HTTP ao definir a variável de ambiente ftp_proxy para um url http - veja a discussão do método http em cima para a sintaxe. Você não pode definir isto no ficheiro de configuração e não é recomendado usar FTP sobre HTTP devido à sua baixa eficiência.
A definição ForceExtended controla o uso de comandos RFC2428 EPSV e EPRT. A predefinição é falso, o que significa que estes comandos apenas são usados se a ligação de controle for IPv6. Definir isto para verdadeiro força o seu uso mesmo em ligações IPv4. Note que a maioria dos servidores FTP não suporta RFC2428.

cdrom

CDROM URIs; a única definição para URIs de CDROM é o ponto de montagem, cdrom::Mount que deve ser o ponto de montagem para a drive de CDROM como especificado em /etc/fstab. É possível fornecer comandos de montar e desmontar alternativos se o seu ponto de montagem não puder ser listado na fstab (como uma montagem SMB e pacotes de montagem antiga). A sintaxe é colocar
 /cdrom/::Mount "foo";
 

dentro do bloco cdrom. É importante ter a barra final. Comandos para desmontar podem ser especificados usando UMount.

gpgv

GPGV URIs;a única opção para GPGV URIs é a opção para passar parâmetros adicionais ao gpgv. gpgv::Options Opções adicionais passadas ao gpgv.

CompressionTypes

Lista dos tipos de compressão que são compreendidos pelos métodos de aquisição. Ficheiros como Packages podem estar disponíveis em vários formatos de compressão. Por predefinição os métodos de aquisição podem descomprimir ficheiros comprimidos em bzip2, lzma e gzip, mais formatos podem ser adicionados na hora com esta definição ou o método usado pode ser alterado. A sintaxe para isto é:
 Acquire::CompressionTypes::Extensão de Ficheiro "Nome de método";
 

Também o subgrupo Order pode ser usado para definir em que ordem o sistema de aquisição irá tentar descarregar os ficheiros comprimidos. O sistema de aquisição irá tentar com o primeiro e prosseguir com o próximo tipo de compressão na lista em caso de erro, portanto para preferir um sobre outro tipo, simplesmente adicione o tipo preferido em primeiro lugar - tipos predefinidos não já adicionados serão adicionados em tempo de execução ao fim da lista, então, ex.

 Acquire::CompressionTypes::Order:: "gz";
 

pode ser usado para preferir ficheiros comprimidos em gzip sobre bzip2 e lzma. Se o lzma deve ser preferido sobre gzip e bzip2 a definição de configuração deverá parecer-se com isto:

 Acquire::CompressionTypes::Order { "lzma"; "gz"; };
 

. Não é necessário adicionar explicitamente bz2 à lista pois será adicionado automaticamente.

Note que em tempo de execução será verificado o Dir::Bin::nome de método: se esta definição existir, o método apenas será usado se este ficheiro existir, ex. para o método bzip2 (o embutido) a definição é

 Dir::Bin::bzip2 "/bin/bzip2";
 

. Note também que as entradas na lista especificadas na linha de comandos serão adicionadas no fim da lista especificada nos ficheiros de configuração, mas antes das entradas predefinidas. Para preferir um tipo neste caso sobre aqueles especificados nos ficheiros de configuração você pode definir a opção directamente - não em estilo de lista. Isto não irá sobrepor a lista definida, irá apenas prefixar a lista com este tipo.

Apesar de ser possível de adicionar um tipo de compressão vazio à lista de ordem, o APT na sua versão actual não o compreende correctamente e irá mostrar muitos avisos acerca de ficheiros não descarregados - estes avisos são na maioria vezes falsos positivos. Futuras versões irão talvez incluir um modo de realmente preferir ficheiros não-comprimidos para suportar a utilização de mirrors locais.

GzipIndexes

Quando descarrega índices comprimidos em gzip (Pacotes, Fontes ou Traduções), mantêm-os localmente comprimidos em gzip em vez de os desempacotar. Isto poupa imenso espaço no disco à custa de mais pedidos à CPU quando constrói as caches de pacotes locais. Falso por predefinição.

Languages

A subsecção Languages controla quais ficheiros Translation são descarregados e em que ordem o APT tenta mostrar as Traduções das Descrições. O APT irá tentar mostra a primeira Descrição disponível para a Linguagem que está listada em primeiro. As linguagens podem ser definidas com os seus códigos de linguagem curtos ou longos. Note que nem todos os arquivos disponibilizam ficheiros Translation para todas as Linguagens - especialmente os códigos de linguagem longos são raros, portanto por favor informe-se sobre os quais estão disponíveis antes de definir aqui valores impossíveis.
A lista predefinida inclui "environment" e "en". "environment" tem um significado especial aqui: será substituída em tempo de execução por códigos de linguagem extraídos a partir da variável de ambiente LC_MESSAGES. Também irá assegurar que estes códigos não são incluídos duas vezes na lista. Se LC_MESSAGES estiver definida para "C" apenas o ficheiro Translation-en será usado (se disponível). Para forçar o apt a não usar nenhum ficheiro de tradução use a definição Acquire::Languages=none. "none" é outro código de significado especial que irá parar a procura por um ficheiro Translation apropriado. Isto pode ser usado pelo administrador do sistema para dizer ao APT que deve também descarregar estes ficheiros sem realmente os usar, se o ambiente não especificar estas linguagens. Portanto o seguinte exemplo de configuração irá resultar na ordem "en, de" num ambiente em inglês e "de, en" num ambiente em alemão. Note que o "fr" é descarregado, mas não é usado se o APT não for usado num ambiente em francês, em tal ambiente a ordem deveria ser "fr, de, en".
 Acquire::Languages { "environment"; "de"; "en"; "none"; "fr"; };
 

DIRECTORIES

A secção Dir::State tem directórios que pertencem à informação de estado local. lists é o directório para colocar listas de pacotes descarregadas e status é o nome do ficheiro de estado do dpkg. preferences é o nome do ficheiro de preferências do APT. Dir::State contém o directório predefinido para pré-fixar em todos os sub items que não começam com / ou ./.

Dir::Cache contém localizações pertencentes a informação da cache local, como as caches de dois pacotes srcpkgcache e pkgcache assim como a localização onde colocar arquivos descarregados, Dir::Cache::archives. A geração de caches pode ser desligada ao definir os seus nomes para vazio. Isto irá abrandar o arranque mas poupar espaço em disco. Provavelmente é preferível desligar o pkgcache em vez do srcpkgcache. Tal como Dir::State o directório predefinido é contido em Dir::Cache

Dir::Etc contém a localização dos ficheiros de configuração, sourcelist fornece a localização da sourcelist e main é o ficheiro da configuração predefinida (definição não tem efeito, a menos que seja feita a partir do ficheiro de configuração especificado por APT_CONFIG).

A definição Dir::Parts lê todos os fragmentos de configuração em ordem léxica a partir do directório especificado. Após isto estar feito então é carregado o ficheiro de configuração principal.

Programas binários são apontados por Dir::Bin. Dir::Bin::Methods especifica a localização dos manipuladores do método e de gzip, bzip2, lzma, dpkg, apt-get dpkg-source dpkg-buildpackage e apt-cache especifica a localização dos respectivos programas.

O item de configuração RootDir tem um significado especial. Se definido, todos os caminhos em Dir:: serão relativos a RootDir, mesmo caminhos que estão absolutamente especificados. Então, por exemplo, se RootDir estiver definido para /tmp/staging e Dir::State::status estiver definido para /var/lib/dpkg/status, então o ficheiro status será procurado em /tmp/staging/var/lib/dpkg/status.

A lista Ignore-Files-Silently pode ser usada para especificar quais os ficheiros que o APT deve ignorar em silêncio enquanto analisa os ficheiros nos directórios de fragmento. Por predefinição que termine com .disabled, ~, .bak ou .dpkg-[a-z]+ é ignorado em silêncio. Como visto no último valor predefinido, estes padrões podem usar sintaxe de expressão regular.

APT EM DSELECT

Quando o APT é usado com um método dselect(1), várias directivas de configuração controlam o comportamento predefinido. Estas estão na secção DSelect.

Clean

Modo Cache Clean: este valor deve ser um de always, prompt, auto, pre-auto e never. always e prompt irão remover todos os pacotes da cache após a actualização, prompt (a predefinição) fá-lo condicionalmente. auto remove apenas aqueles pacotes que já não podem ser descarregados (por exemplo, substituídos por uma nova versão). pre-auto executa esta acção antes de descarregar novos pacotes.

opções

O conteúdo desta variável é passado ao apt-get(8) como opções de linha de comandos quando é corrido para a fase de instalação.

Updateoptions

O conteúdo desta variável é passado ao apt-get(8) como opções de linha de comandos quando é executado para a fase de actualização.

PromptAfterUpdate

Se for verdadeira a operação [U]pdate no dselect(1) irá sempre avisar para continuar. A predefinição é avisar apenas em caso de erro.

COMO O APT CHAMA O DPKG

Várias directivas de configuração controlam como o APT invoca o invokes dpkg(1). Estas estão na secção DPkg.

opções

Isto é uma lista de opções para passar ao dpkg. As opções têm de ser especificadas usando a notação de lista e cada item da lista é passado como um argumento único ao dpkg(1).

Pre-Invoke, Post-Invoke

Isto é uma lista de comandos shell para executar antes/após invocar o dpkg(1). Tal como as opções isto tem que ser especificado em notação listada. Os comandos são invocados em ordem usando /bin/sh, caso algum deles falhe, o APT irá abortar.

Pre-Install-Pkgs

Isto é uma lista de comandos shell para executar antes de invocar o dpkg(1). Tal como as opções isto tem que ser especificado em notação listada. Os comandos são invocados em ordem usando /bin/sh, caso algum deles falhe, o APT irá abortar. O APT passa para os comandos na entrada standard os nomes de ficheiros de todos os ficheiros .deb que vai instalar, um por cada linha.
A versão 2 deste protocolo despeja mais informação, incluindo a versão de protocolo, o espaço de configuração do APT e os pacotes, ficheiros e versões que foram alteradas. A versão 2 é activada ao definir DPkg::Tools::options::cmd::Version a 2. cmd é um comando dado ao Pre-Install-Pkgs.

Run-Directory

O APT muda para este directório (chdir) antes de invocar o dpkg, a predefinição é /.

Build-options

Estas opções são passadas ao dpkg-buildpackage(1) quando compila pacotes, a predefinição é desactivar a assinatura e produzir todos os binários.

Utilização trigger do dpkg (e opções relacionadas)

APT pode chamar o dpkg num modo que faz uso agressivo dos triggers sobre múltiplas chamadas do dpkg. Sem mais opções o dpkg irá usar triggers apenas entre a sua própria execução. Activando estas opções pode portanto diminuir o tempo necessário para executar a instalação / actualização. Note que é intenção futura activar estas opções por predefinição, mas como muda drasticamente a maneira como o APT chama o dpkg, precisa de muitos mais testes. Estas opções são portanto experimentais e não deve ser usadas em ambientes produtivos. Também interrompe o relatório de progresso, então todos os frontends irão permanecer a cerca de metade (ou mais) do tempo no estado de 100% enquanto na realidade está a configurar todos os pacotes.

Note que não é garantido que o APT irá suportar estas opções ou que estas opções não irão causar (grandes) problemas no futuro. Se você compreendeu os riscos e problemas actuais com estas opções, mas tem coragem suficiente para ajudar a testá-la, crie um novo ficheiro de configuração e teste uma combinação de opções. Por favor reporte quaisquer bugs, problemas e melhoramentos que encontre e certifique-se de anotar nos seus relatórios quais as opções que usou. Pedir ajuda ao dpkg também pode ser útil para propósitos de depuração, veja ex. dpkg --audit. Uma combinação de opções defensiva seria

 DPkg::NoTriggers "true";
 PackageManager::Configure "smart";
 DPkg::ConfigurePending "true";
 DPkg::TriggersPending "true";
 

DPkg::NoTriggers

Adiciona a bandeira 'no triggers' a todas as chamadas do dpkg (excepto a chamada ConfigurePending). Veja dpkg(1) se está interessado no que isto realmente representa. Em resumo: o dpkg não irá correr os triggers quando esta bandeira está presente a menos que seja explicitamente chamado a fazê-lo numa chamada extra. Note que esta opção existe (não documentada) também em versões mais antigas do apt com um significado ligeiramente diferente: Anteriormente esta opção apenas acrescentava --no-triggers às chamadas configure para o dpkg - agora o apt irá adicionar esta bandeira também às chamadas unpack e remove.

PackageManager::Configure

Valores válidos são "all", "smart" e "no". "all" é o valor predefinido e faz com que o APT configure todos os pacotes explícitos. O modo "smart" serve para configurar apenas pacotes que precisam de ser configurados antes que outro pacote possa ser desempacotado (pré-dependências) e o resto configurado pelo dpkg com uma chamada gerada pela próxima opção. "no" por outro lado não irá configurar nada e confiar no dpkg para configurações (o qual irá falhar se encontrar uma pré-dependência). Definir esta opção para outra que não seja o valor all irá implicitamente activar também a próxima opção predefinida, caso contrário o sistema poderia acabar num estado não configurado o qual poderia não arrancar!

DPkg::ConfigurePending

Se esta opção for definida, o apt irá chamar dpkg --configure --pending para permitir ao dpkg lidar como todas as configurações e triggers requisitados. Esta opção é activada automaticamente por predefinição se a opção anterior não for definida para all, mas desactivá-la pode ser útil se deseja correr o APT múltiplas vezes numa fila - ex. numa instalação. Nestes cenários você pode desactivar esta opção em todas excepto na última execução.

DPkg::TriggersPending

Útil para configuração smart, pois um pacote que tenha triggers pendentes não é considerado como installed e o dpkg trata-o como actualmente unpacked o que é um modo de lidar com pré-dependências (veja debbugs #526774). Note que isto irá processar todos os triggers, e não apenas os triggers necessários para configurar este pacote.

PackageManager::UnpackAll

Como a configuração pode ser diferida a ser feita no final pelo dpkg, pode ser tentada a ordenar a série de desempacotamento apenas por necessidades críticas, ex. por pré-dependências. A predefinição é verdadeiro e então o método "antigo" de ordenar em vários passos por tudo. Enquanto ambos os métodos estão presentes em versões jovens do APT, o método OrderCritical não foi usado, portanto este método é muito experimental e necessita de mais melhorias antes de se tornar realmente útil.

OrderList::Score::Immediate

Os pacotes essenciais ( e as suas dependências) deve ser configurados imediatamente após a descompactação. Será uma boa ideia fazer isto bem cedo no processo de actualização pois estas chamadas de configuração também requerem actualmente DPkg::TriggersPending o que irá correr alguns triggers (que talvez não sejam necessários). Os essenciais obtêm por predefinição uma pontuação alta mas a bandeira 'imediato' é relativamente baixa (um pacote que tenha uma pré-dependência tem pontuação mais alta). Esta opção e as outras no mesmo grupo podem ser usadas para alterar a pontuação. O exemplo seguinte mostra as definições que são valores predefinidos.
 OrderList::Score {
         Delete 500;
         Essential 200;
         Immediate 10;
         PreDepends 50;
 };
 

OPçõES PERIODIC E ARCHIVES

Os grupos de opções APT::Periodic e APT::Archives configuram o comportamento das actualizações periódicas do APT, o que é feito pelo script /etc/cron.daily/apt. Veja o cabeçalho deste script para uma breve documentação das suas opções.

OPçõES DE DEPURAçãO

Activar opções na secção Debug:: irá causar o envio de informação de depuração para o fluxo de erros standard do programa utilizando as bibliotecas do apt, ou activar modos especiais do programa que são principalmente úteis para depurar o comportamento do apt. A maioria destas opções não têm interesse para o utilizador normal, mas algumas podem ter:


Debug::pkgProblemResolver activa mensagens na saída acerca das decisões tomadas por dist-upgrade, upgrade, install, remove, purge.

Debug::NoLocking desactiva o bloqueio de todos os ficheiros. Isto pode ser usado para executar algumas operações (por exemplo, apt-get -s install) como um utilizador não root.

Debug::pkgDPkgPM escreve a linha de comandos actual de cada vez que o apt invoca o dpkg(1).


Debug::IdentCdrom desactiva a inclusão de dados statfs em IDs de CDROM.

Segue-se uma lista completa de opções de depuração para o apt.

Debug::Acquire::cdrom

Escreve informação relacionada com o acesso a fontes de cdrom://.

Debug::Acquire::ftp

Escreve informação relacionada com o descarregamento de pacotes usando FTP.

Debug::Acquire::http

Escreve informação relacionada com o descarregamento de pacotes usando HTTP.

Debug::Acquire::https

Escreve informação relacionada com o descarregamento de pacotes usando HTTPS.

Debug::Acquire::gpgv

Escreve informação relacionada com a verificação de assinaturas criptográficas usando gpg.

Debug::aptcdrom

Escreve informação acerca do processo de aceder a colecções de pacotes armazenados em CD-ROMs.

Debug::BuildDeps

Descreve os processos de resolver dependências de compilação no apt-get(8).

Debug::Hashes

Escreve cada hash criptográfico que é gerado pelas bibliotecas do apt.

Debug::IdentCDROM

Não inclui informação de statfs, nomeadamente o número de blocos usados e livres no sistema de ficheiros do CD-ROM, quando gera um ID para um CD-ROM.

Debug::NoLocking

Desactiva o bloqueio de todos os ficheiros. Por exemplo, isto irá permitir o funcionamento de duas instâncias do "apt-get update" ao mesmo tempo.

Debug::pkgAcquire

Regista no log quando os items são adicionados ou removidos da fila de download global.

Debug::pkgAcquire::Auth

Escreve mensagens de estado e erros relacionados com a verificação de checksums e assinaturas criptográficas dos ficheiros descarregados.

Debug::pkgAcquire::Diffs

Escreve informação acerca do download e aplicação de diffs de lista de índice do pacote, e erros relacionados com as diffs de lista de índice do pacote.

Debug::pkgAcquire::RRed

Escreve informação relacionada com a aplicação de patch na lista de pacotes do apt quando se descarrega diffs de índice em vez de índices completos.

Debug::pkgAcquire::Worker

Regista todas as interacções com os sub-processos que realmente executam os downloads.

Debug::pkgAutoRemove

Regista no log eventos relacionados com o estado instalado-automaticamente de pacotes e com a remoção de pacotes não utilizados.

Debug::pkgDepCache::AutoInstall

Gera mensagens de depuração descrevendo quais pacotes estão a ser instalados automaticamente para resolver dependências. Isto corresponde ao passo de instalação-automática inicial executado em, ex, apt-get install, e não ao resolvedor de dependências total do apt; veja Debug::pkgProblemResolver para isso.

Debug::pkgDepCache::Marker

Gera mensagens de depuração descrevendo qual pacote está marcado como manter/instalar/remover enquanto o "solucionador-de-problemas" faz o seu trabalho. Cada adição ou remoção pode activar acções adicionais; elas são mostradas indentadas dois espaços adicionais sob da entrada original. O formato de cada linha é MarkKeep, MarkDelete ou MarkInstall seguido por package-name <a.b.c -> d.e.f | x.y.z> (secção) onde a.b.c é a versão actual do pacote, d.e.f é a versão considerada para instalação e x.y.z é a versão mais recente, mas não considerada para instalação (devido a baixa pontuação). Os dois últimos podem ser omitidos se não existir nenhum ou for a mesma versão que aquela instalada. section é o nome da secção onde o pacote aparece.

Debug::pkgInitConfig

Despeja a configuração predefinida para o erro standard no arranque.

Debug::pkgDPkgPM

Ao invocar o dpkg(1), escreve com precisão a linha de comandos com a qual está a ser invocado, com argumentos separados por um caractere de espaço único.

Debug::pkgDPkgProgressReporting

Escreve todos os dados recebidos do dpkg(1) no descritor de ficheiro de estado e quaisquer erros encontrados enquanto os analisa.

Debug::pkgOrderList

Gera um rastro do algoritmo que decide a ordem na qual o apt deve passar os pacotes ao dpkg(1).

Debug::pkgPackageManager

Escreve mensagens de estado seguindo os passos executados quando invoca o dpkg(1).

Debug::pkgPolicy

Escreve a prioridade da cada lista de pacote no arranque.

Debug::pkgProblemResolver

Rastreia a execução do resolvedor de dependências (isto só se aplica ao que acontece quando é encontrado um problema de dependências complexo).

Debug::pkgProblemResolver::ShowScores

Mostra uma lista de todos os pacotes instalados com as suas pontuações calculadas usadas pelo pkgProblemResolver. A descrição do do pacote é a mesma que é descrita em Debug::pkgDepCache::Marker

Debug::sourceList

Escreve informação acerca dos fornecedores lida de /etc/apt/vendors.list.

EXAMPLES

/usr/share/doc/apt/examples/configure-index.gz é um ficheiro de configuração que mostra valores exemplo para todas as opções possíveis.

FICHEIROS

/etc/apt/apt.conf

Ficheiro de configuração do APT. Item de Configuração: Dir::Etc::Main.

/etc/apt/apt.conf.d/

Ficheiros de configuração fragmentados do APT. Item de Configuração: Dir::Etc::Parts.

VEJA TAMBéM

apt-cache(8), apt-config(8), apt_preferences(5).

BUGS

m[blue]página de bugs do APTm[][1]. Se deseja reportar um bug no APT, por favor veja /usr/share/doc/debian/bug-reporting.txt ou o comando reportbug(1).

TRADUÇÃO

A tradução Portuguesa foi feita por Américo Monteiro a_monteiro@netcabo.pt em 2009, 2010. A tradução foi revista pela equipa de traduções portuguesas da Debian traduz@debianpt.org.

Note que este documento traduzido pode conter partes não traduzidas. Isto é feito propositadamente, para evitar perdas de conteúdo quando a tradução está atrasada relativamente ao conteúdo original.

AUTHORS

Jason Gunthorpe

APT team

Daniel Burrows <dburrows@debian.org>

Documentação inicial do Debug::*.

NOTES

1.
página de bugs do APT
http://bugs.debian.org/src:apt